Educação

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sábado, 5 de fevereiro de 2011

A chegada dos jesuitas

Com a expansão do império romano, logo após a centralização do poder político; como tinha uma política pós — Cristo. Resolveram unificar a cultura helenista ao novo provento; o cristianismo logo depois os bizantinos conservaram a mesma cultura. Se oficializando a teocracia, os papas autônomos do poder político, religioso etc. criaram uma missão para um grupo de missionário de ir catequizar os habitantes do novo inundo, e impor a doutrina, a cultura dos colomizadores, que diga de passagem, a religião salvadora. Também de reorganizar as civilizações colonizadas, educar e enquadra nos padrões europeus, ou seja, o clero. Pouco tempo depois da chegada Tomé juntamente com Manuel Nóbrega os missionários fizeram funcionar uma escola de ler e escrever, isso inicializou o primeiro processo de criação de escolas, elementares, secundarias, os seminários e missões se expandem pelo o Brasil até 1759, até que os jesuítas foram expulso pelo Marquês Pombal. Nesse período de 21 anos os jesuítas alem de controlar a fé e a moral dos habitantes de novas terras como também na educação dos filhos dos colonos, a formação de sacerdotes e da elite intelectual.
No campo da educação propriamente dito, desde o século XVÏÏ os jesuítas montaram a estrutura de três cursos a serem seguidos após a aprendizagem nos colégios; como letras humanas, filosofia ou arte; teologia e ciencia sagradas. Foi muito difïcil instalar um sistema de educação em terra estranha e povo tribal, pois tinham uma linguagem e costume bem diferenciada; porem o cristianismo vem para apresentando uma vocação humana universal que aplica na integração e unidade, com isto ele vem acentuar as semelhanças e apagar as diferenças.
Perguntar:
1-     De que métodos Anchieta utilizavam para adquirir a atenção das crianças?
Anchieta utilizava diversos recursos como teatro, musica Poesia, diálogos em verso...


Os jesuítas no Brasil



O
s jesuítas chegaram ao Brasil em 1549 junto com o primeiro governador-geral, Tomé de Sousa. Aqui, eles se dedicaram a duas tarefas principais: a pregação da fé católica e o trabalho educativo. Ao lado do trabalho de catequese, os jesuítas organiza­vam escolas nas aldeias para ensinar as crianças indígenas a ler e a escrever, nas quais se transmiti­am o idioma e os costumes de Portugal. Os jesuítas eram ainda responsáveis pela educação dos filhos dos senhores de engenho, dos colonos e dos ín­dios. Nos colégios fundados pêlos jesuítas, estuda­va-se latim, gramática, retórica e a chamada "língua geral", uma codificação do tupi-guarani feita pêlos jesuítas para viabilizar a catequese dos índios e que se transformou na principal língua falada pêlos co­lonos em algumas regiões do Brasil, em especial em São Paulo, até o século XVIII.
De Salvador, onde chegaram em 1549, os jesuí­tas espalharam-se por várias regiões brasileiras, pri­meiro para o sul e depois para o norte. Quando foram expulsos, em 1759, mantinham cerca de 36 missões, escolas voltadas para o ensino básico de leitura e escrita em quase todas as povoações e aldeias, além de 18 estabelecimentos de ensino se­cundário — colégios e seminários —, localizados nos pontos mais importantes do Brasil. Alguns dos padres jesuítas mais destacados foram Manuel da Nóbrega, José de Anchieta e António Vieira.

A implantação das aulas régias


Em meados do século XVIII, por decisão do mar­quês de Pombal, ministro do rei D. José I, os jesuítas foram expulsos de Portugal e de todo o Império Por­tuguês. A medida, que integrava a chamada reforma pombalina, afetou a economia, a administração e o ensino da metrópole e de todas as suas colónias.
No Brasil, a solução encontrada para substituir o sistema de ensino criado pêlos jesuítas foi a criação das aulas régias. Eram aulas avulsas, ministradas por docentes pagos com os recursos provenientes do subsídio literário, um imposto criado para este fim.
Diante de uma estrutura incipiente e da falta de professores capacitados, o ensino no Brasil foi dras­ticamente prejudicado, aumentando a distância en­tre o pequeno grupo de letrados e a massa da po­pulação analfabeta.
A ineficácia das aulas régias levou muitas famí­lias que tinham mais recursos a contratar professo­res particulares para ensinar seus filhos. As aulas eram ministradas nas casas dos alunos.

Período Pombalino

C
omeçou com a ruptura na historia da educação no Brasil a com a expulsão dos jesuítas pelo Marques de Pombal. Os jesuítas foram expulsos das colônias em função de radicais diferencia  de objetivos com os interesses da corte. Pombal pensava em reerguer Portugal da decadência que se encontrava diante de outras potencias européias as época. A educação dos jesuítas não convinham aos interesses comercias emanado por Pombal. Se as escolas de companhia de Jesus tinham por objetivo servir aos interesses da fé, Pomba pensou em organizar a escola para servir aos interesses do estado. A medida que integrava a chamada reforma pombalina, afetava a economia, a administração  e o ensino da metrópole e de todas a colônias.
No Brasil, a solução encontrada para substituir o sistema de ensino criado pelos jesuítas foi à criação de aulas regias. 
Eram aulas avulsas, ministradas por docentes pagos com os recursos provenientes de subsídios literários. Um imposto criado ara este fim. Diante de uma estrutura incipiente e de falta de professores capacitados, o ensino no Brasil foi drasticamente prejudicada, aumentando a distancia entre pequenos grupos de letrados e a massa da população analfabeta. A ineficácia da aula regia levou muitas famílias que tinha mais recursos a contratar professores particulares para ensinar seus filhos, as aulas eram ministradas nas casas dos alunos. Embora a reforma pombalina não tivesse repercutido de imediato na colônia, foram lançadas sementes de um novo processo que iria amadurecer aos poucos a partir do século seguinte.

Pergunta:

1-     Por que apesar de ajudar no processo de colonização, os jesuítas foram expulsos do Brasil?

Os jesuítas foram expulsos por motivos econômicos e políticos:
Econômicos por que Portugal passava por uma crise e o Marques de Pombal queria se apropriar e incorporar as riquezas adquiridas pelos jesuítas.
Políticos porque Pombal queria romper a relação Estado e Igreja para que o estado fosse modernizado e a influencia da igreja fosse reduzida
Os jesuítas foram considerados traidores por não aceitarem essa imposição i foram acusados de terem atentado contra a vida do rei. Então em 1959 D. José I assinou a lei de expulsão


Período Joanino

N
este período ainda não havia uma política de educação sistematizada e nem planejada, porem trouxeram no âmbito da educação muitas mudanças, com já existiam as aulas regias do tempo de Pombal. Então criaram escola de nível superior para atenderem as necessidades do momento, promovendo a abertura de cursos especiais, diversos cursos avulsos de economia, química e agricultura. Alem das adaptações administrativas necessárias, houve o incremento das atividades culturais, antes inexistente ou simplesmente proibida. Essas iniciativas estavam de acordo com o movimento iluminista que já amadurecia na Europa, trazendo varias inovações no campo cultural.
As faculdades foram criadas no período do primeiro império o qual esta dividida em três níveis, ensino elementar, secundário e superior. Visando também a formação de professores, a educação da mulher e a pedagogia. Ainda no final do império surgem algumas mudanças no quadro educacional, por conta do intenso debate sobre a educação.

Brasil império

E
ste período é caracterizado pela vinda da corte portuguesa para ao Brasil, passando por modificações consideráveis, a qual se estende da independência, em 1892 à proclamação da republica, em 1889. Seguindo pelo primeiro e segundo império. Foi necessário erguer os edifícios para o funcionamento da administração no Brasil.
 Alem disso o segundo império com o incremento da cultura do café que expandiu-se, reativando o comercio e o trabalho assalariado e substituindo aos poucos a mão-de-obra escrava. Quanto a ação do Barão de Mauá imprimiu pequeno surto industrial embora o processo de industrialização não tinha sido levado a bom termo, devido as falências, as cidades cresceram e a sociedade tornou-se mais complexa, com o aumento dos quadros da pequena burguesia urbana.

Jesuítas x Pombalinos (Idéias Pedagógicas)

O
s jesuítas tinham uma educação regida por RATIO STUDIO RUM com regra e normas, eles influenciaram muito na educação dos filhos dos colonos, os jesuítas trazia consigo os padrões europeus ou seja, o clero, veio ensinar a técnica de ler e escrever, com isto começou u surgimento de criação de escola elementares, secundarias, seminarista e missões. Porem a sua doutrina era dogmático, pois afirmava, de forma absoluta o ser homem capaz de chegar a verdade segura e exclusivamente por meio da razão. Já no pombalino é voltada a burguesia (Dinheiro), Pombal iria implantar um método diferente dos jesuítas, essa intervenção direta não foi bem, sucedida, pois esta transmissão entre esses dói processos, não levou a nada> no período pombalino os livros foram destruídos, os manuscritos mais importantes. Já os Jesuítas tinham livros que só a igreja podia ler. A educação foi prejudicada, Pombal veio para modificar trazendo cursos, tinha com sistema de aluas regias, disciplinas isoladas, oferecendo aulas de línguas modernas, com Francês, geometria entre outras. Ele não conseguiu de imediato introduzir as inovações provocando o retrocesso de todo o sistema educacional brasileiro

                                 “EDUCAÇÃO PÚBLICA”

   A educação é um dos instrumentos fundamentais no combate À desigualdade, pois contribui de modo decisivo, para a formação e a preservação de valores, sociais, cívicos e culturais essenciais, pois um dos princípios da escola pública é:
*     Avaliação permanente, do desenvolvimento escolar, tanto pelo estado, quanto pela sociedade.
*     Defender uma educação que não ignora o estado de miséria social e política das populações marginalizadas.
*     Possibilitar cada escola a escolher seu projeto, sua direção e executar as políticas traçadas conjuntamente.
*     Visar À democratização do acesso e da gestão, e a construção de uma nova qualidade de ensino
*     Tem uma comunicação direta entre governos e escolas, eliminando burocracias intermediárias.
*     Têm objetivos e metas educacionais claramente estabelecidos entre escolas e governos.
     Segundo a LDB- Lei Diretrizes de Base da Educação Nacional, a educação, dever da família e do estado inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tendo como princípios:
*     Igualdade acesso/proeminência.
*     Liberdade.
*     Tolerância.
*     Coexistência - público-privada.
*     Gratuidade do ensino público.
*     Valorização do profissional.
*     Gestão democrática.
*     Padrão de qualidade.
*     Valorização extra-escolar.
*     Escola, trabalho - pratica social.
   A escola pública baseada no Art.33º nós dar proeminência na matrícula facultativa, e no ensino religioso, tendo livre manifestação pública de pensamento e de informação sobre o ensino e a produção do saber. Não incidirão quaisquer imposições ou restrição de natureza, filosófica, ideológica, religiosa ou política.
   Art.4º no parágrafo I nos afirma que e o dever do estado garantir nas escolas o ensino fundamental obrigatório, inclusive para aqueles que não tiveram acesso na idade própria. No parágrafo II o estado garantir oferta de educação escolar regular para jovens e adultos com características e modalidades adequados as suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhares as condições de acesso e permanência na escola. No parágrafo VIII garantir o atendimento ao educando, no ensino fundamental público, por meio de programas suplementares de material didático- escolar, transporte, alimentação e assistência á saúde.
   Art.13 Parágrafos I incumbir ao docente participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.
   Baseado na LDB de 1961 nós relatar sobre o projeto da “defesa da liberdade de ensino” abriu, caminho para exploração comercial da educação impedindo, na prática, o desenvolvimento escola pública.
   No Art. I a educação no princípio da democracia da liberdade de expressão, da soberania nacional e do respeito aos direitos humanos é um dos agentes do desenvolvimento de capacidade de elaboração e reflexão crítica da realidade, visando a preparação para o trabalho e a sustentação da vida.

   No Art.II o ensino público e gratuito e laico vem todos os níveis de escolaridade é direito de todos os cidadãos brasileiro, sem distinção de sexo, raça, idade, confissão religiosa, filiação política ou classe social.

Introdução
   Nada é mais gratificante do que educação, consolidando esforços a cada dia e criando metas que são traçadas com sentimentos conjuntos porque tudo nesta vida se conquistar em parceria. Escola Pública é compromisso daqueles que tem visão de levar conhecimento a tantas nesta nação, de Anísio a Teixeira, de Ribeiro a Lobato, Rui Barbosa, quantos são?Só sabemos que são muitos que dedicaram a sua vida para trazer uma democratização.
   Criticar a educação Pública é uma tarefa rotineira, porém ela defende uma educação que não ignora o estado de miséria social e política das populações marginalizadas, Hosana pedagogia embeleza como luz, nos arredores da sociedade brilham que reluz, fazendo da educação um dos instrumentos fundamentais no combate á desigualdade. Além das bases, matérias, vocês levam muito mais, ensinar cidadania é missão que satisfaz porque na escola pública ou privada sempre existe “contramão” mais educação somado a comunidade a sociedade, precisa de Direção.
   O futuro é sempre o hoje, e o hoje é um furo no passado por onde o futuro começa a jorra, precisarmos crescer forte enxergando possibilidades de cada dia melhorar, a educação pública é como um mito comparado a uma Grécia mais aqui ele é gigante, num cenário que tem pressa. Pressa em uma educação sem distinção de sexo, raça, idade, confissão religiosa, filiação política ou classe social onde a família e o estado possam andar em ruas distintas assumindo consigo mesmo o compromisso de estar cumprindo os seus direitos e deveres.
   Pois nós como cidadãos e algumas entidades sub-escritores defendemos sim! Um ensino democrático de qualidade para todos pelo que exigem ao Governo e a Assembléia da República uma mudança de rumo na política educativa no sentido de serem respeitados, os conceitos constitucionais a Lei de Bases do Sistema Educativo e de serem aprovados outros instrumentos legais que promovam a Escola Pública. 



quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

    Creche


A creche foi criada em 1844 na frança, muito depois da criação da escola para crianças mais velha. O seu objetivo, naquele tempo, era estritamente assistencialista já que a mortalidade infantil era muito grande. A expansão da creche através do mundo se deu após os avanços científicos que permitiram  amamentação artificial.
No Brasil a creche chegou à década de 1870 e apesar da idéia sempre estar vinculada a educação, na pratica, as creches funcionavam como depósitos, de crianças de família pobres, onde as mães precisavam trabalhar
A administração das creches sempre esteve vinculada as questões de saúde e bem estar, somente em 1967 as creches passaram a fazer parte do currículo do ministério da educação.
Na década de 1980 a luta por creches e pré-escola publica de qualidade se confundia com a luta por uma transformação social. O grande aumento do ingresso de mulheres mais pobres e de classes média em busca por vagas para crianças de 0 a6 anos e a educação formal para crianças nesta faixa etária foi ganhando legitimidade.
Ainda na década de1980, houve uma grande polemica entre cuidar e educar dentro das creches, como se o simples fato de cuidar da criança inferiorizasse o trabalho do educador. Por conta disso, ainda hoje nos deparamos com professores que se recusam a trocar fraldas, dar banho, comida, etc... Essas idéias foram repetidas na década de 1990 onde o cuidar e o educar começam a ser visto como fazeres inseparáveis na educação infantil.
Nessa década, mais precisamente em 1996, com a promulgação da LDB 9394/96, a educação para crianças de 0 a6 anos passa a fazer parte do sistema educacional brasileiro como primeira parte da educação básica.
Muito ainda precisa ser avançado para se colocar em prática a verdadeira educação para crianças nessa faixa etária, porem com as leis e os recursos necessários as creches é hoje um direito legitimo do cidadão brasileiro.

v     Formação pessoal e social refere-se às experiências que favorecem, prioritariamente, a construção do sujeito. Está organizado de forma a explicitar as complexas questões que envolvem o desenvolvimento de capacidade de natureza global e afetiva das crianças e seus esquemas simbólicos de interação com o outro e com o meio e já no âmbito de conhecimento de mundo refere-se á construção das diferentes linguagens pelas crianças e as relações que estabelecem com os objetos de conhecimento.
v     Identidade e autonomia
O desenvolvimento da identidade e autonomia está intimamente relacionado com os processos de socialização. Nas interações sociais se dá a  ampliação dos laços afetivos que as crianças podem estabelecer com as outras crianças e com os adultos, contribuindo para  que o reconhecimento do outro e a constatação das diferenças entre as pessoas sejam valorizada e aproveitadas, para o enriquecimento de si próprio.
Isto pode ocorrer nas instituições da educação infantil que se constituem, por excelência, em espaço de socialização, pois propiciam o contato, e o confronto com adulto e crianças de várias origens socioculturais de diferentes religiões e etnias costumes, hábitos e valores.



v     Linguagem
Desde o nascimento, os bebês emitem sons, eles riem, choram e emitem sons que parecem com a fala. Tanto Piaget quanto Vygotsky trabalham com a linguagem, porém com concepções diferentes. Para Piaget a linguagem se dá de dentro para fora, já Vygotsky defende que esse processo se dá de fora para dentro.Para Piaget só existem duas categorias de linguagem:
A linguagem não comunicativa ou egocêntrica, dividida em:Repetição; Monólogo;Monólogo a dois, ou seja, coletivo.A linguagem comunicativa ou socializadora.A criança nasce no meio falante e   se apropria desta língua.Para aprender uma língua, os bebês precisam aprender a distinguir os sons básicos da fala:Fonemas, sons únicos que podem ser unidos para formar palavras, o são os blocos básicos construtores da linguagem;O primeiro passo para concepção da fala é ouvir fonemas individuais;Sílabas, para distinção das palavras a acentuação tônica é uma pista importante as crianças repetem sempre a sílaba, mais forte As crianças não entendem o significado das palavras, apenas reconhecem.Na fala dirigida ao bebê, os adultos falam devagar e com alterações exageradas de altura e volume, isso ajuda-os a perceber os sons que são fundamentais para a sua língua. 2 meses – arrulho:Sons vocálicos como: “ooooooooo” ou “ahhhhh”5 ou 6 meses – balbucio:Sons semelhantes à fala, mas sem significado: “bá” ou “dá”7 ou 8 meses - balbucio com entonação:padrão de altura crescente ou decrescente Crianças surdas “balbuciam” na linguagem de sinais.Mamã” e “Papá” são as prováveis primeiras palavras e ainda outras como: animais, comida e brinquedos;Os bebês entendem que as palavras são símbolos;Os gestos são símbolos que as crianças usam para se comunicar; Gestos e palavras refletem a habilidadecrescente da criança de utilizar símbolos para representar ações e objetos.Mapeamento rápido é a habilidade das crianças de ligar novas palavras a referentes, de modo tão rápido que podem não estar considerando todos os possíveis significados para a nova palavra. As estratégias utilizadas pelas crianças para o mapeamento rápido são:Atenção simultânea;Restrições aplicadas aos nomes;Pistas encontradas nas frases;Erros de denominação:Subextensão: definir uma palavra de forma muito estreita;Superextensão: definir uma palavra de forma muito ampla.Estilo referencial: seus vocabulários consistem sobretudo em palavras que nomeiam objetos, pessoas ou ações;Estilo expressivo: seus vocabulários incluem muitas frases sociais que são utilizadas como uma única palavra, como “vá embora”, “o que você quer” e “eu quero”;a linguagem é sobretudo uma ferramenta intelectual, para as crianças referenciais e uma ferramenta social para as crianças expressivas;a maioria das crianças funde os dois estilos de aprendizado de linguagem.
v     Esquemas: estruturas psicológicas que organizam a experiência;
Assimilação: incorporação de novas experiências aos esquemas existentes;
Acomodação: modificação dos esquemas em função da experiência;
Equilibração: reorganização dos esquemas para retornar ao estado de equilíbrio.
Por volta dos 3 a 4 meses os bebês já aprenderam que os objetos se movem ao longo de caminhos ligados, contínuos e que não se movem “através” de outros objetos;
v     A concepção inatista traz a idéia de que o desenvolvimento humano é determinado basicamente por fatores biológicos. Parte do pressuposto de que os eventos que ocorrem após o nascimento não são essenciais e /ou importantes para o desenvolvimento. Já a visão ambientalista traz a plasticidade do ser humano de se adaptar a diferentes condições de existência, aprendendo novos comportamentos, desde que existam certas condições favoráveis.
v     Na concepção sócio-interacionista as crianças dependem do outro ser humano, uma vez que esta não está pronta ao nascer, de forma que adquire maturidade em contato com o meio. O adulto assume importante pápeis no desenvolvimento dessas crianças, sendo que todos os seus atos se refletirão diretamente sobre elas.
v     Interacionista defende que o processo de desenvolvimento da criança depende do ambiente e do seu biológico, pois, os dois elementos não podem ser separados, A criança está sempre em contato com o meio gerando mudanças em si e no mundo a partir de experiências adquiridas com os outros indivíduos ou dos seus padrões inatos.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Música a linguagem da emoção
Tema: O símbolo do coração

A musica não é somente um monte de letras, uma partitura sendo interpretada, ou até mesmo uma melodia sendo escutada. Mas é o símbolo do coração a revelação da alma, quando este é tocado não somente com a cabeça e o dedo, mais entoada como uma literatura harmônica.
Segundo LOUREIRO (2003, p.67),
A arte deixa de lado o seu rigor técnico e cientifico para se tornar veiculo de expressão humana.
A musica, seguindo esse caminho, cede lugar aos sentimentos, buscando liberdade. Esse era a propósito no qual a arte-educação se baseava para o ensino da musica.

Ao descrever a musica, descrevo com emoção, pois ela me faz sentir algo diferente, sentimento estes de alegria, melancolia, violência; calma, paixão e assim por diante. E como se eu estivesse mergulhada em um mar de sons, em qualquer lugar no tempo.
Quando estamos lendo ou ouvindo música, não conseguimos ser totalmente imparciais e não fazer alguma espécie de juízo a respeito do que é lido ou ouvido. Ao contrário, o que lemos ou ouvimos é automaticamente, num processo pré-reflexivo, computado, comparado com as nossas referências passadas e presentes. Assim é que podemos a principio, encontrar na leitura ou audição um elemento de identificação positiva ou negativa, que nos conduza a uma imediata atração ou repulsa ao objeto apreciado.
(SCHMIDT, 1995, p.71)

Acredito que a musica é uma linguagem universal: sendo interpretada de varias formas, muitas vezes como robs, diversão, instrumento de trabalho dentre outros; Trazendo a tonar lembranças e imagens marcantes.
Portanto ela é o som da natureza nos convocando para tocá-la, pois afinal, ela esta passando uma mensagem para nós.
Referencia:
Filme: A musica.
QUEM SABE LER TEM O PODER DE TRANSFORMAR O MUNDO





No nosso gigantesco Brasil, por incrível que pareça, ainda existem pessoas que não tiveram a chance de apreciar uma obra literária, e ocupar a mente com leituras prazerosas, acreditando que os livros abrem vários caminhos e a leitura completa o individuo.
 No filme: O Leitor passa uma imagem clara e especifica que muitas vezes o analfabetismo, ainda  passa despercebido diante de nossos olhos e dos poderes aquisitivos. Devera dizem que é dever do Estado propiciar uma educação de qualidade para todos, mas isto não acontece.
Acreditamos que o agir pelo bem social e ter esperança, possibilitar diversas e favoráveis oportunidades em mundo cultural, onde a teoria torna-se realidade, contribuindo para o conhecimento cada vez mais, e melhor da leitura prazerosa em nossa sociedade.
Portanto sabemos que o individuo que lê ou tem o hábito da leitura se torna cada vez mais apto para conviver em sociedade, pois quando lemos, estamos não só fazendo a versão oral do escrito, mas, sobretudo, construindo sentido a partir do escrito, questionando-o e explorando o que está nele e além dele.
Hanna mesmo vivendo uma realidade completamente diferente de Michael, um menino instruído na leitura e com uma visão bem aberta pro mundo, Hanna era apenas uma mulher madura que não teve a oportunidade de aprender a ler e escrever, mas tinha em seu coração o desejo de ser alfabetizada, e uma grande expectativa de um dia, mesmo distante alcança-se o sabor da leitura.
Por consequência disto Hanna tomou algumas atitudes que influenciaram na sua vida de uma forma geral, o que poderia ser totalmente diferente se a mesma fosse alfabetizada e letrada; Já que a leitura tem a capacidade de influenciar no nosso modo de agir, pensar e falar abrindo um vasto leque de enriquecimento cultural social.


Referência

O leitor

                        TRAMA DO OLHAR: FREINET X ZIRALDO                                   

Freinet nos trouxe uma literatura pedagogia diversificada e diferente, proporcionando a nós futuros pedagogos e pedagogos uma amplitude de técnicas como se trabalhar os conteúdos em sala de aula e fora. Ele propunha uma mudança da escola, pois a considerava teórica e, portanto desligada da vida.
Sendo que suas propostas pedagógicas de ensino estão baseadas em investigação a respeito da maneira de pensar da criança e de como ela constrói seu conhecimento. Pois a sua preocupação é com a formação de um ser social que atua no presente.
Como também descreve Ziraldo a criança aprende aquilo que vivencia (experiências) no seu cotidiano, ou seja, o professor tem que estar apto para fazer esta conexão.
Freinet utilizar esta mesma linguagem, para ele o aprender deveria passar por experiências de vida, e isso só é possível pela ação, através do trabalho, pois propunhava aos professores uma escola ideal, criativa e libertadora.
Freinet acreditava que a criança precisa escrever o que ela quer como ele quer do modo que ela quiser; Se ela quiser fazer uma poesia, um desenho com uma escrita, o que for. Mas precisa ser livre, um texto livre que a mesma tenha vontade de escrever e compartilhar com os seus colegas.
No entanto buscava um caminho para todas as crianças com suas diferenças de inteligência, caráter e posição social. Já Ziraldo traz a concepção de literatura como fenômeno de linguagem, resultado de uma experiência existencial. Tanto Ziraldo e Freinet dão ênfase na comunicação, ou seja, é a palavra que permite aos seres, coisas, emoções, percepções etc., tornando-se existentes e comunicantes, ou melhor, reais.
O interessante em Ziraldo é que ele dá uma valorização maior nas imagens ou ilustração, como uma linguagem altamente sedutora e essencialmente formadora da consciência de mundo das crianças, porque estimula o “olhar” de descoberta e o pensar as quais são fundamentais para descoberta e conhecimento de mundo.
Todavia os dois trouxeram imensas contribuições para formação pedagógicas de todos aqueles que fazem parte do ensino aprendizagem das crianças e dá aqueles que estão dispostos a crescer e aprender. 


Referência:
Coleção Grandes Educadores.
 Biblioteca pessoal
             
                             Tema: O que é literatura

                                                                         
            A literatura é algo fundamental para o desenvolvimento do individuo, pois o mesmo nós ajuda a ter uma consciência maior do que a partir da leitura passamos a conhecer. A leitura oferece ao homem uma ferramenta para sociabilizar-se com os demais. Proporcionando ao homem a possibilidade de que ele acumule conhecimentos à medida que sua leitura progrida.
           Literatura é a expressão da criatividade, da cultura e das idéias que alguém tem consigo e as delibera na forma escrita, ressaltando a importância que o que foi escrito tem para a história cultural de uma nação ou sociedade comum e do idioma que rege a suas linhas.
         Sendo assim acredito que a literatura em todos os aspectos, podendo ser ela uma Literatura infantil, literatura científica, literatura de propaganda ou publicitária. Tem seu grande valor é como toda arte, uma transfiguração da realidade (real) de forma criatividade trazendo á tona vários personagem que retratar essas vivências.
         Com isto lemos literatura para interpretar o mundo, para esquadrinhar a alma humana, para conhecer, para compreender, para sair do dia a dia rotineiro e também porque queremos entender a realidade de outro ponto de vista ou porque precisamos fugir dela por um momento para voltar mais lúcidos.
        Para a criança em uma forma de chama atenção para a linguagem oral e escrita e o interesse para leitura de forma prazerosa não só exclusivamente nesta matéria mais nas demais, levando-os a serem indivíduos critico reflexivo diante de uma sociedade caótica, além de recheia o cervo de palavras novas e abrindo os olhos para mundo do conhecimento através da leitura.